Segunda a Gazeta do Interior a Palser Biomassa vai começar a produzir e a entregar energia electrica à rede da EDP a partir do mês de Outubro.
- Investimento: 12 milhões de euros
- Potência atribuída: 4, 5 megawats (MW)
- Potência a entregar à rede elétrica nacional: 3 megawats (MW)
- Localização: junto à Palser, na Zona Industrial da Sertã
- Área: 4000 m2
- Empregos criados: 6
- Energia suficiente para servir o municipio da Sertã
- Matéria prima: resíduos florestais:
- Origem da matéria prima:
-
- 60% serração da Palser
- 40% serrações da zona
- Facturação prevista: 3 a 4 milhões de euros.
Resta dar os parabens à Palser e ao seu administrador e fundador António Fernandes, por mais um importante investimento para o concelho da Sertã. Obrigado!
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a mim espanta-m imenso so criar 6 postos de trabalho, os empregos.
ou estes “empregos” sao posiçoes/postos ocupados por várias pessoas?
é k um investimento tão grande, p criar 6 postos de trabalho…eh pah….é mau!! (plo menos no meu ponto de vista)
bju
exclareçam-me
Esta actividade deverá precisar de pouca mão de obra, apesar de ter um grande volume de negócio. Em termos de emprego não é um grande investimento, excepto a fase de construção. Para além disso os postos de trabalho criados devem vir da Palser, que nesta época deverá ter pessoal a mais.
Por outro lado tem o trabalho indirecto gerado pela actividade dos fornecedores de máteria prima: recolha e transporte dos resíduos florestais.
Uma coisa é certa, a Palser esteve com problemas com o pessoal, porque as encomendas caíram muito. Teve de haver ”férias forçadas”. Realmente são poucos postos de trabalho, mas temos de ver que deve ser um processo altamente mecanizado. O investimento parece muito alto, mas como as tecnologias saiem caras…
Acho que, se este investimento se tornar viável, pode ser execelente para a zona, caso exista a possibilidade de os particulares venderem os seus resíduos florestais. Era bom para as famílias e era um incentivo à limpeza do mato.
q smile tao estupido não era suposto aparecer. lulz.
Só è lamentar que tenha sido feita com fundos publicos e só ter sido dimencionada para trabalhar quase autonomamente com a sua materia prima. Então e o proprietário florestal que quer desvastar\limpar as suas propriedades,se pode-se vender esses resíduos não seria bom?
Temos de tornar a floresta rentavel….
Ser com fundos públicos ou não, acho que não é importante. O importante é que o investimento tenha sido feito e que entre em produção. Quanto à dimensionamento, não conheço os números mas também já me tinha apercebido disso. Sim é pena! Também não sei até que ponto é que o negócio iria funcionar com os resíduos dos proprietários particulares. Mas sim, essa seria mesmo a mais valia deste projecto!
A meu ver parece um bom investimento, embora pense estar mal direcionado. Temos que aproveitar os recursos ao massimo, e se for possivel passar por uma outra transformaçao antes der queimado penso que seria mais proveitoso, apostando assim mais na limpeza florestal.
Nao sei qual o mercado para a carrasca, mas pelo menos a serradura e os reteistos podiam ter melhos aproveitamento.
Temos que explorar os recursos ao maximo